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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Aulas de matemática gratuitas!!!!


Procurando recursos para ajudar meu filho em matemática achei esse site com dicas bem legais de matemática ... vale a pena dar uma olhada!!!!!



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6 canais do YouTube que ensinam Matemática

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Olá leitores! Se você é um dos muitos que não tem muita simpatia por números, ou seja, por matemática, e volta e meia se pega cheio de dúvidas nesse mundo das ciências exatas, mostraremos abaixo 6 professores que gravaram curtos vídeos com a intenção de mostrar que a matemática não é assim nenhum bicho de sete cabeças como muita gente – e você – imagina: Ever Salazar: Canal no YouTube “Vídeos matemáticos cu ...
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Portal traz vídeos e áudios para estudar matemática

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Olá leitores! O site Mais reúne mais de 150 recursos educacionais em diversas mídias (áudios, vídeos, textos, softwares e experimento), voltados para os ensinos médio e fundamental. Este repositório reúne de maneira organizada vários recursos educacionais (objetos de aprendizagem) multimídia disponíveis gratuitamente na internet para uso do professor e do estudante de Matemática. Ensino Médio Dividimos os r ...
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Calcule Mais oferece 600 videoaulas grátis de matemática

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Olá pessoal! Artigo sugerido pelo leitor Vandeir Vioti              O projeto Calcule Mais, desenvolvido por Vandeir Vioti dos Santos com o apoio da Gets Design, tem alcançado centenas de cidades por todo o Brasil. Após uma semana do lançamento do novo site, as aulas já foram assistidas em mais de 330 cidades e mais de 70 países, apesar do foco ser a população brasileira.   Meu objetivo é promover melhorias ...
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A primeira escola exclusiva para negros no Brasil ...


O professor Pretextato conduziu a primeira escola exclusiva para “pretos e pardos” no século XIX
O ingresso e a permanência das populações não brancas nas escolas brasileiras mobilizam importantes discussões e esforços há muitos anos. No tempo da escravidão, um grupo de pais de meninos “pretos e pardos” residentes na cidade do Rio de Janeiro enfrentou o desafio de escolher um professor “preto”,Pretextato dos Passos e Silva, para os seus filhos e de ajudá-lo a manter uma escola específica para eles.
Em teoria, a partir da lei de 1854, as escolas públicas do Império deveriam aceitar alunos de qualquer cor, desde que fossem livres – incluindo os escravos alforriados –, vacinados e não portadores de doenças contagiosas. As escolas particulares podiam selecionar seu público de acordo com a vontade de seus donos, desde que os interessados fossem saudáveis também. E nos dois casos, a convivência, às vezes, poderia se tornar um conflito racial. Por isso, pais dos “meninos pretos e pardos” fizeram um abaixo-assinado para que a escola do professor Pretextato continuasse funcionando. Segundo eles, seus filhos aprendiam mais do que em experiências anteriores. As razões do sucesso daquela escola não foram explicadas no abaixo-assinado, e sim pelo próprio professor, de acordo com suas intenções na época.
O documento compunha um dossiê que Pretextato preparou para solicitar ao Inspetor Geral da Instrução Pública – o então responsável pela educação básica da Corte – dispensa de uma prova muito importante para os professores da época: a de capacidade profissional. A partir de 1854, todos os docentes públicos e particulares da cidade que quisessem continuar dando aulas ou manter abertas suas escolas eram obrigados a fazer este exame. E, ao que parece, esta era uma prova bastante difícil: tinha uma parte escrita e outra oral. Os examinadores eram, além do Inspetor Geral, pessoas convidadas por ele. Em 1856, por exemplo, apenas 31 dos 77 avaliados foram aprovados.
Pretextato não queria fazer aquela prova e, para se livrar dela, reuniu vários documentos, dentre os quais o abaixo-assinado dos pais. Seu objetivo: demonstrar que era um bom professor, que seu trabalho era socialmente aprovado e reconhecido e que a sua escola merecia continuar aberta.
No processo encaminhado em 1856 à Inspetoria Geral da Instrução Pública – órgão responsável pela fiscalização do setor na então capital –, em que pede autorização para que sua escola siga funcionando, Pretextato conta como e por que ela foi criada.
O professor relata que “em algumas escolas ou colégios, os pais dos alunos de cor branca não querem que seus filhos ombreiem com os de cor preta”, e que por isso os professores geralmente “repugnam admitir os meninos pretos”. Os que são admitidos “na aula não são bem acolhidos; e por isso não recebem uma ampla instrução, por estarem coagidos”. Ele confirma ainda que, pelo fato de também ser “preto”, foi “convocado por diferentes pais de famílias” para que abrisse em sua casa uma “pequena escola de instrução primária, admitindo seus filhos da cor preta, e parda”.
Pelas regras criadas em 1854, era preciso atender a algumas condições para receber a licença de professor: ser maior de 25 anos, possuir “atestados de moralidade” e redigir uma declaração explicando qual havia sido seu meio de vida nos cinco anos anteriores. Para os donos de escolas, era exigido também um programa de estudos e o regulamento do estabelecimento, além da descrição do estado físico do local. Por fim, era necessário fornecer uma lista com nomes e habilitações de todos os professores que ali trabalhavam.
Pretextato apresentou os atestados, mas nada sobre sua vida passada, anterior à abertura de sua escola. No processo não consta sua idade nem o que fazia antes de ser professor. Havia apenas seu endereço (Rua da Alfândega, 313, no Centro do Rio), a lista de matérias que ensinava, duas declarações (uma fornecida por seu vizinho e outra pelo inspetor do quarteirão onde morava) e os nomes dos quinze pais de seus alunos (com dois abaixo-assinados feitos por eles defendendo a continuidade da escola) e de pessoas que o conheciam (com um terceiro abaixo-assinado).
Os documentos com quinze assinaturas de responsáveis por alunos atestavam o bom comportamento e a competência do professor. “Nós lhe estamos muito obrigados (a Pretextato) e muito satisfeitos com o seu ensino, moralidade e bom comportamento”, dizia um dos textos. A maioria dos pais (77%) e todas as mães eram analfabetas, já que apenas seis homens assinaram seus nomes. E entre os que assinaram os nomes, quatro tinham letra sofrível, o que indica que não estavam acostumados a escrever.
Essas informações mostram que quase todos os alunos vinham de famílias humildes, com baixo nível de instrução – dois homens e duas mulheres que assinaram a lista nem tinham sobrenomes. A expectativa desses pais era apenas que seus filhos pudessem “saber alguma coisa, ainda que não seja com perfeição, ao menos melhor do que até agora”, e que saíssem da escola sabendo “ler alguma coisa desembaraçado, escrever quanto se pudesse ler, fazer as quatro espécies de conta, e alguma coisa de gramática”. De fato, no programa da escola constavam aulas de leitura, escrita, das quatro operações básicas da aritmética e de doutrina (religião).
Os pais dos alunos explicam também que pediram a ajuda de Pretextato porque algumas crianças “tinham de entrar (na escola) naquele ano”, provavelmente numa alusão ao decreto do ministro dos Negócios do Império, Luís Pedreira do Couto Ferraz, que obrigava todos os maiores de sete anos a assistirem a aulas, mesmo que em casa, sob pena de multa.
Era comum os professores tentarem “fugir” do exame. Pretextato foi um dos que pediram para não serem avaliados pela Inspetoria Geral, alegando o seguinte: “como o suplicante, se bem que não ignora estas matérias; contudo é assaz acanhado, para em público responder com prontidão a todas as perguntas de um exame”. Ele acrescenta que não se recusaria a fazer a prova “se não conhecesse a sua falta de coragem”. O interessante para quem lê o documento é verificar como Pretextato mudou o tom do seu discurso: num momento fez uma crítica inflamada ao racismo vivenciado pelos meninos e no outro se assumiu “tímido”.
A timidez para falar em público era a justificativa apresentada pela maioria dos professores que pediam dispensa da prova. Em geral, os pedidos como esses eram negados pelo Inspetor Geral e ex-ministro da Justiça Eusébio de Queirós (1812-1868), mas o de Pretextato foi aceito. A autorização para funcionamento da escola também foi concedida, mesmo com poucas informações sobre a vida do docente no processo. E isto faz também do caso Pretextato algo especial: as autoridades eram muito exigentes com relação à documentação das escolas e dos professores, mas não o foram neste caso.
Em sua recomendação, Eusébio de Queirós dá pistas de que, ao aceitar a demanda de Pretextato, levou em conta o caráter único de sua escola. Ele até demonstra simpatia pela ideia ao destacar a “conveniência de haver mais estabelecimentos em que possam receber instrução os meninos (negros) a que se refere o suplicante (o professor Pretextato)”.
Em 1871, a escola ainda funcionava na Rua da Alfândega, e há registros de que em 1872 ela continuava contando com 15 alunos, mas não se sabe quem eram eles. Por essa época, o professor se mudou para uma rua paralela, a Senhor do Passos. Em 1873, acabou sendo despejado e teve seu material de trabalho penhorado pela Santa Casa de Misericórdia em consequência do não pagamento dos aluguéis de março e abril daquele ano. Terminava assim a experiência, talvez pioneira e única, do professor Pretextato. Os pesquisadores não encontraram qualquer registro de outra escola deste tipo, com estas motivações, no século XIX.
Nos colégios públicos de primeiras letras de Minas Gerais, por exemplo, num período muito próximo ao da iniciativa do professor Pretextato, a grande maioria dos alunos era composta de pardos. No Rio de Janeiro, em 1836, a escola primária da freguesia de Santana abrigava cinco meninos forros entre os seus 100 alunos. Sem contar com duas crianças alemãs que estudaram lá, não se pode dizer que os outros 93 alunos eram brancos, porque não há informações sobre as cores dos outros meninos. É bem provável que houvesse muitos “pardos” entre eles. Na Zona da Mata de Pernambuco, no mesmo período, mais de 20% dos alunos eram não brancos.
Apesar de ter tido conhecimento da existência de uma escola racializada, o governo do Império nunca investiu nesse tipo de proposta educacional. Também nunca investiu na criação de leis que dividissem racialmente o público que poderia frequentar os espaços de instrução, tanto na condição de alunos como na de professores.
Ao que parece, a imensa maioria da população não branca que teve condições de colocar seus filhos e filhas em escolas não “optou” pela criação de instituições étnicas. Em vez disso, enfrentou e venceu o racismo no dia a dia.
Por Adriana Maria Paulo da Silva
Adriana Maria Paulo da Silva é professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e autora de Aprender com perfeição e sem coação: uma escola para meninos pretos e pardos na Corte (Plano, 2000).
Bibliografia
GOMES, Flávio. Negros e política (1888-1937). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.
MOURA, Eugênio Marcondes de. A travessia da Calunga Grande. Três séculos de imagens sobre o negro no Brasil (1637 e 1899). São Paulo: Edusp, 2000.
Internet
FONSECA, Marcus Vinícius. “Pretos, pardos, crioulos e cabras nas escolas mineiras do século XIX” In: ROMÃO, Jeruse (org.). História da Educação do Negro e outras histórias.
Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Brasília:
Ministério da Educação, 2005.
www.rhbn.com.br/escoladiferente
Com informação da Revista de História
Imagem Gazeta do Povo

Colégio dirigido por professores negros em plena era da escravidão...

Perseverança era o nome da escola. Ela foi fundada por Antonio Cesarino e funcionou em Campinas de 1860 a 1876.
<= Casa onde era o Colégio Cesarino, na Moraes Salles. Era um colégio dirigido por professores negros em plena era da escravidão.
Segundo José Galdino Pereira, embora modesto, o Cesarino gozava de prestígio na sociedade local. Por exemplo, em dezembro de 1872, por ocasião da entrega dos prêmios às alunas aprovadas por distinção nos exames, o Colégio recebe a visita do inspetor do distrito, o capitão Pimenta, e dos senhores Diogo Pupo, Dr. Américo Brasiliense de Almeida Mello e Dr. Manuel de Campos Salles (os dois últimos pertencentes à sociedade Culto à Ciência. Em 1876, o Colégio é visitado pelo próprio imperador em pessoa, D. Pedro II, quando de sua visita a Campinas para inaugurar os serviços de iluminação a gás.
A antropóloga Irene Maria Ferreira Barbosa, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, estudou o caso de uma escola que ajudou negros em Campinas, além de ter esbarrado, durante as pesquisas, com o nome de um outro colégio que teve praticamente a mesma finalidade.
Perseverança era o nome da escola. Ela foi fundada por Antonio Cesarino e funcionou em Campinas de 1860 a 1876. A diferença da escola de Pretextato é que esta recebia alunas brancas durante a tarde (elas pagavam uma mensalidade ao conceituado professor Cesarino). Com o valor arrecadado dessas alunas, ele manteve a instituição e conseguiu ainda dar aulas para mulheres escravas e negras no período da noite. A escola ficava na Rua do Alecrim (atual Rua 14 de Dezembro). Cesarino não era o único professor, quando abriu a escola chamou suas irmãs para lecionar. “Era uma escola que se distinguia das outras do Império pelo seu nível. Se configura entre as escolas particulares que mais tiveram expressão na época”, afirma Irene.
Era um tipo de internato de meninas dirigido por Bernardina Cesarino e por suas irmãs que eram de Paracatu (MG). Em 1875 contava com 50 alunas, algumas pertencentes às melhores famílias da cidade que pagavam mensalidades altas. “As irmãs de Cesarino falavam muito bem francês e entendiam de etiqueta. Foi com o valor cobrado das mensalidades que Cesarino usou o colégio para angariar fundos para comprar também a liberdade de negras ligadas a ele”, explica Irene. Em 1872, Cesarino comprou a liberdade de uma senhora negra que prestava serviços à escola e, em 1874, disputou a custódia de uma criança negra que estava sendo maltratada. O colégio desapareceu em 1876 porque Cesarino teve problemas financeiros.
“A descoberta de escolas para negros em Campinas mostra um dos motivos que os levou [pelo menos alguns] até a elite de São Paulo, principalmente naquela época. Também existiram muitos negros escolarizados no século 19, por serem filhos de negras, contudo de pais brancos que fizeram questão de alfabetizá-los”, diz Irene.
Entre os brancos
A história de Antonio Cesarino está mais bem documentada que a de Pretextato. Ele era filho de um negro alforriado, de nome Cus­­tódio, que entrou em Cam­pinas com uma tropa de mulas durante o período escravista, em 1838, e resolveu vender a tropa para que seu filho de 14 anos pudesse estudar. O filho era Antonio Cesarino – que já sabia ler e escrever. Ele leva certa vantagem na cidade que tinha 6,6 mil habitantes e apenas 205 alfabetizados. A duras penas Cesarino conseguiu frequentar a escola dos brancos e se formar.
Há ainda relatos em Campinas de um barão do café que era analfabeto e fundou uma escola para escolarizar quem quer que fosse, gratuitamente. Foi ali que algumas crianças negras também conseguiram ter acesso à educação.
Com informação do Gazeta do Povo e Semeando Historia
Imagem: Semeando Historia

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Pic Nic Literário !!!


... ainda na Mostra Cultural foi me dado a oportunidade de compartilhar um pouco do que realizo com os meus alunos...e foi feito um Pic Nic literário...


... onde o que é servido são delíciosos livros para os mais diversos gostos...


... normalmente chego com a "maloteca" , com o pano que fica no chão e o meu amigo Livraldo...
... mas lá estava tudo já organizado numa "tenda" até para facilitar ...


... o Livraldo se apresentou ... ele conversa com as crianças sobre a importância da leitura, dos livros, bem como o cuidado que devemos ter com os mesmos ... na EMEI fazemos empréstimo de livros e a minha sala tem levado toda sexta praticamente ... e o Livraldo faz o maior sucesso!!!!

“Quando o adulto lê para a criança, usa uma linguagem diferente da falada, o que 
introduz elementos que serão formalizados, posteriormente, na escola. O que contribui para a criança aumentar seu vocabulário, seu campo semântico" ... e sua visão de mundo!



“As crianças gostam mesmo é de ouvir histórias, lidas ou contadas,
pois é inegável seu poder de sedução. O fato é que as histórias mantêm viva a
sabedoria das crianças, proporcionando alegria e viagens, 
sem ao menos sair do lugar”

... mas frisei a necessidade de lermos livros tal qual ele está escrito, e esse é um diferencial do livro...toda vez que ler a história será a mesma e muitas vezes a criança se apropria de tal forma da história que vai "ler" para outros mesmo sem ser alfabetizada!
não tenho nada contra a Contação de história e realizo constantemente na EMEI e já fiz em outros ambientes também, mas a proposta deste dia e desta atividade e ajudar na formação de leitores...




“Quem lê para criança não lhe transmite 
apenas o conteúdo da história; promove seu encontro com um modelo de leitor, ao 
fazê-la captar a entonação, as pausas, a posição do corpo, a maneira de segurar o 
livro, os comentários que o adulto faz ao ler, para logo poder imitá-lo em atividades 
de simulação de leitura”



“A história é recreação e terapia, suporte de cultura e, o mais importante, elemento
de comunicação, mas, sobretudo um instrumento de diálogo entre a criança e o
adulto. Acredita-se que a própria voz do pai e da mãe durante o ler ou contar
histórias, supre a criança de afetividade diária que possivelmente poderá minimizar

algum conflito futuro”

...trabalha-se o medo, o abandono, alegria, compartilhar...enfim todos temas possíveis de uma forma tranquila a partir de uma leitura e eu tenho visto como isso faz diferença na vida dos pequenos...
Lembro-me agora de um livro que eu li para meus alunos no ano passado "Mamãe virou um monstro" e de como o retorno foi tão legal com a participação das crianças com relatos e inclusive num dia em que eu estava muito brava com a sala ... dei uns berros e um aluno falou...vichi, ela está virando um monstro!!!kkkk
Caímos todos na risada!!!!

Que tal ler para uma criança hoje, ou amanhã , no dia que se propor?
Aí passamos para o Mediador de leitura...aquele que vai mediar esse processo tão rico e criativo, tivemos duas pessoas indo a EMEI fazer isso voluntariamente , tiraram uma hora e meia de seu precioso tempo para ler para as crianças os livros que elas viam e não sabiam o que tinham dentro ... e foi muito bom ... 
...quer se voluntariar?

...uma música para você ... é só clicar em cima!!!

Visite o facebook da EMEI Luis Travassos e veja algumas fotos postadas lá!!!
 Tenho um Blog de dicas de livros legais ... dá uma passadinha lá também ... kkkk

Abraços!!!!!!!!!!!!





quarta-feira, 25 de setembro de 2013

PROGRAMAÇÃO CULTURAL ... Biblioteca Belmonte!

... eu gosto de programas culturais de preferencia que sejam gratuitos ou de baixo custo , pois está tudo muito caro e essa biblioteca é uma boa opção ... segue as possibilidades!!!!

TEATRO
Eu, Malasartes
Com Robson Santos
Traz diversas histórias e causos, revisitando as malandragens de Pedro Malasartes, herói picaresco do nosso Brasil, preferido da gente simples, que adora suas artes, quase sempre contra os mais ricos e poderosos. Vinga-se o popular da sua posição subalterna vendo o personagem sair sempre ganhando, por sua astúcia e por suas artes, dos que lhe são superiores. Uma espécie de Robin Hood sem armas. Livre  
Dia 28 de setembro às 11h 
Uma professora muito maluquinhaCom o Grupo Trapiche
O espetáculo narra o encontro de ex-alunos que relembram os principais episódios de sua sempre adorada professora. Para celebrar este acontecimento, voltam ao passado através de brincadeiras, dança (sapateado) e dramatização. 55 min. Para maiores de 4 anos
Dia 5 de outubro às 11h 

Os três travesseiros
Com Cia Alagbá de Teatro
De forma lúdica, pueril e engraçada, a peça conta a história de três guardiões do castelo do Rei Cabeça de Vento, e de sua rainha Cabeça de Sonhos que, cansados da monotonia do castelo, saem em busca de novas aventuras. Chegam à Amazônia, e desenvolvem ali questões sobre como o homem trata as florestas, a fauna, a natureza, e a si mesmo no seio da sociedade. Livre
Dia 11 de outubro às 14h30 

Mimicalado Show
Com o Grupo Mimicalado
Uma criança abandonada no circo e por ele adotada se torna, mais tarde, no palhaço da companhia, apresentando um inusitado e divertido show de variedades com malabares, mímica, manipulação de chapéu e o que de melhor não poderia faltar, muitas palhaçadas e gargalhadas. 60 min. Livre
Dia 19 de outubro às 11h 

Rua Paulo Eiró, 525
Santo Amaro - 04752-010 São Paulo, SP
Tel: 11 5687-0408 e 11 5691-0433
Horário: De 2ª a 6ª das 10h às 19h e sáb. das 9 às 16h
Coordenador: Jomar de Jesus Santos
bmbelmonte@yahoo.com.br

O perigo de uma história com uma única visão!


Uma colega de profissão compartilhou comigo esse vídeo e quero fazer isso com vocês também ... cada dia com a participação e contribuição de muitos nos fazemos profissionais , pais , mães, tios , amigos... 


Mostra Cultural!!!


... hoje foi aberta a Mostra Cultural na EMEI em que trabalho ... como é dificil escolher algumas atividades para expor... queria colocar muitas ... kkkkkkkk!!!


... é muito interessante esse tipo de atividade para que os Pais possam ter um maior conhecimento sobre o trabalho desenvolvido ... pena que não são todos que vão, mas que bom que muitos vão!!!!!


... fizemos desenhos com interferências, releituras, reaproveitamento de materiais ...


... os desenhos ...


... esse foi a partir da foto somente da cabeça deles, trabalhando a consciência do corpo e suas partes...


... 


... essa utilizando a própria mão como molde ...
... fazendo o personagem principal de uma história chamada a Luva LULU ... 


...

... muitas fotos espalhadas ... registros de atividades que não dão para fazer a não ser com essa técnica ...




... porta gibis com caixa de sabão em pó revestida de folhas de gibis que não davam mais para uso de leitura, revestido de cola misturada com água pra dar acabamento e firmeza ...


... lição de casa das férias ... já venho fazendo a alguns anos essa atividade no período de recesso, assim todos tem assuntos para falar quando no retorno ... as atividades são de fazer algo para comer junto com os responsáveis, uma pipoca ou brigadeiro ... outra atividade é os responsáveis ensinar uma brincadeira de sua infância, e o outro assistir um filme ou programa junto , e assim fazem o registro nas folhas do livrinho ...


... especialmente esse ano tem sido um desafio , por serem primeiro estágio ...
... são mais agitados e com particularidades da idade ...


... mas o resultado foi bom!!! Acredito que eles tem crescido e desenvolvido suas habilidades e potencialidades , assim como estou aprendendo a ser professora dia a dia ...

Abraços!!!!
Profª Arlete!!!!!!!!!!!!


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Dica Cultural para 31/08!!!!!!!!!!



Dica Cultural para 23/08 e 24/08!!!!

...gosto muito da Biblioteca Belmonte em Sto Amaro, do ladinho da praça Floriano Peixoto... tem um espaço gostoso e lá você pode encontrar pessoas bem especiais como a escritora de Toinha de Inhamuns,a menina que amava as palavras , mais informações em http://livrolegalpontocom.blogspot.com.br/2013/03/toinha-dos-inhamuns-menina-que-amava-as.html ... mas a dica de hoje é ... 

Mar de Histórias
Com a Cia Cantos e Contos
No espetáculo "Mar de histórias" adultos e crianças são convidados a navegar pelo universo mágico do mar. Encantamento, amor e humor em contos e canções. Peixes, pescadores, sereias e muito mais reunidos em um único lugar. 60 min. 
Dia 23 de agosto às 14h30


Um causo para Chico Mineiro 
Com Clownpiras
O espetáculo conta a história de um caipira que, depois de ouvir da professora que a lua é feita de queijo, sonha em chegar até lá, mesmo sabendo que se trata de um sonho quase impossível. Ao chegar numa Festa do Divina, em Goiás, Chico se depara com um desafio que finalmente o levará a realização do seu sonho. 50 min. Livre
Dia 24 de agosto às 11h


Rua Paulo Eiró, 525
Santo Amaro - 04752-010 São Paulo, SP
Tel: 11 5687-0408 e 11 5691-0433
Horário: De 2ª a 6ª das 10h às 19h e sáb. das 9 às 16h

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Todo mundo, alguém, qualquer um e ninguém!!


Esta é uma história de quatro pessoas: TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM.
Havia um trabalho importante a ser feito e TODO MUNDO tinha certeza de que ALGUÉM o faria.
QUALQUER UM poderia tê-lo feito, mas NINGUÉM o fêz.
ALGUÉM zangou-se porque era um trabalho de TODO MUNDO.
TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM imaginou que TODO MUNDO deixasse de fazê-lo.
Ao final, TODO MUNDO culpou ALGUÉM quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.

Apenas brincando?

...Compartilhei esse texto no semanário que envio para os pais essa semana...

"Quando estou construindo com blocos no quarto de brinquedos,

Por favor, não diga que estou apenas brincando, Porque enquanto brinco, estou aprendendo sobre equilíbrio e formas.
Quando estou me fantasiando, Arrumando a mesa e cuidando das bonecas. Por favor, não me deixe ouvir você dizer ele está apenas brincando. Porque enquanto eu brinco, eu aprendo. Eu posso ser mãe ou pai algum dia.
Quando estou pintando até os cotovelos, Ou de pé diante do cavalete, ou modelando argila, Por favor, não diga que estou apenas brincando, Porque enquanto eu brinco, eu aprendo. Estou expressando e criando
Eu posso ser artista ou inventor algum dia. 
Quando estou entretido com um quebra-cabeça ou com algum brinquedo na escola, Por favor, não sinta que é um tempo perdido com brincadeiras. Porque enquanto brinco, estou aprendendo. Estou aprendendo a me concentrar e resolver problemas. Eu posso estar numa empresa algum dia. 
Quando você me vê aprendendo, cozinhando ou experimentando alimentos. Por favor, não pense que porque me divirto, é apenas uma brincadeira. Eu estou aprendendo a seguir instruções e perceber as diferenças. Eu posso ser um chefe algum dia. 
Quando você me vê aprendendo a pular, saltar, correr e movimentar meu corpo. Por favor, não diga que estou apenas brincando. Eu estou aprendendo como meu corpo funciona. Eu posso ser um médico, enfermeiro ou um atleta algum dia. 
Quando você me pergunta o que fiz na escola hoje. E eu digo: eu brinquei. Por favor, não me entenda mal. Por que enquanto eu brinco, estou aprendendo. 
Estou aprendendo a ter prazer e ser bem sucedido no trabalho. Eu estou me preparando para o amanhã. Hoje, eu sou uma criança e meu trabalho é brincar."





"...depois de um longo e tenebroso inverno..."... aqui estou de novo!!

"...depois de um longo e tenebroso inverno..."... aqui estou de novo!!Parei por um momento e a última postagem foi com uma música...e hoje reinício com outra música...não sou verão todos os dias, tem dias que estou inverno, tem dias que sou outono e as vezes primaveril...mas sou e estou...persistente, aprendiz, numa hora caio , noutra me levanto, choro e sorrio...VIVO na intensidade que conheço, que sou e posso...mas VIVO! Abraços e lá vamos nós!!!!