Pesquisar ...

sexta-feira, 19 de agosto de 2011





Até o mês de dezembro, grandes nomes da música e do teatro nacional vão tomar os palcos dos Centros Educacionais Unificados (CEUs) em todos os cantos da cidade. É o CEU é Show, projeto da Secretaria Municipal de Educação, que promoverá mais de 200 atrações gratuitas em todas as regiões da capital.
Nomes como Zeca Baleiro, Marina Lima, Toquinho, Mariana Aydar, Marcelo Camelo, Mallu Magalhães e o maestro João Carlos Martins passarão pelos 45 CEUs e pelo Centro de Convivência Educativo e Cultural de Heliópolis, importantes pólos culturais que oferecem programação de qualidade às comunidades de São Paulo o ano todo.
O CEU é Show tem ainda uma programação diversificada de teatro, com um repertório de qualidade que inclui clássicos da dramaturgia como Aurora da Minha Vida e O Fantasma da Ópera. Sucessos do teatro contemporâneo também estarão em cartaz, como o musical O Despertar da Primavera.
Para compor a programação teatral, a Secretaria selecionou importantes peças dentro do roteiro cultural paulistano. É o caso do espetáculo Ensina-me a Viver – que já passou pelos teatros FAAP e Bradesco – e que mostra, na delicada interpretação de Glória Menezes, o amor entre duas pessoas com idades muito diferentes: um jovem de 20 anos e uma senhora octogenária.
Este ano, os CEUs também receberão artistas da nova safra nacional, como Fernando Anitelli, líder da banda Teatro Mágico, que lança em 2011 sua carreira solo; Mariangela Zan, que com seu sertanejo, encantou a rainha da música de raiz Inezita Barroso. Curumim, o percussionista brasileiro, com estilo samba-funk, que já foi elogiado pelo New York Times; e Filipe Catto, que vem sendo comparado ao cantor Ney Matogrosso, e faz uma mistura ousada de sonoridades latinas, como o samba e o tango, também estarão no CEU é Show.
Confira a programação de AGOSTO e a lista de endereços dos CEUs:


AGOSTO
Evento
Categoria
CEU
Data
Dia da Semana
Horário
Luiza Possi
Música
PARQUE SÃO CARLOS
11
quinta-feira
20h
Marcelo Camelo
Música
ROSA DA CHINA
11
quinta-feira
20h
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
SÃO RAFAEL
12
sexta-feira
19h30
Doido
Teatro
JAÇANÃ
12
sexta-feira
19h30
Luiza Possi
Música
CASA BLANCA
12
sexta-feira
20h
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
SÃO RAFAEL
13
sábado
19h
Tony Carlo
Música
CIDADE DUTRA
13
sábado
15h
Arnaldo Freitas
Música
FORMOSA
13
sábado
14h
Mariana Aydar
Música
JAGUARÉ
13
sábado
17h
Oswaldinho do Acordeon
Música
PAZ
13
sábado
15h30
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
SÃO RAFAEL
14
domingo
18h
Doido
Teatro
JAÇANÃ
14
domingo
18h
Antonio Nóbrega
Música
AZUL DA COR DO MAR
14
domingo
18h
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
TRÊS LAGOS
16
terça-feira
19h30
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
TRÊS LAGOS
17
quarta-feira
19h30
A Aurora da Minha Vida
Teatro
TIQUATIRA
17
quarta-feira
19h30
Rafael Almeida
Música
BUTANTÃ
18
quinta-feira
20h
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
VILA CURUÇÁ
19
sexta-feira
19h30
Doido
Teatro
QUINTA DO SOL
19
sexta-feira
19h30
Rafael Almeida
Música
ÁGUA AZUL
19
sexta-feira
19h
Ensina-me a Viver
Teatro
SÃO RAFAEL
19
sexta-feira
19h30
Doido
Teatro
QUINTA DO SOL
20
sábado
19h
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
VILA CURUÇÁ
20
sábado
19h
Ensina-me a Viver
Teatro
SÃO RAFAEL
20
sábado
19h30
Mallu Magalhães
Música
MENINOS
20
sábado
18h30
Marcelo Camelo
Música
VILA DO SOL
20
sábado
15h
Doido
Teatro
QUINTA DO SOL
21
domingo
18h
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
VILA CURUÇÁ
21
domingo
18h
Ensina-me a Viver
Teatro
SÃO RAFAEL
21
domingo
18h
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
INÁCIO MONTEIRO
23
terça-feira
19h30
A Aurora da Minha Vida
Teatro
TRÊS PONTES
24
quarta-feira
20h
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
INÁCIO MONTEIRO
24
quarta-feira
19h30
O Despertar da Primavera
Teatro
NAVEGANTES
25
quinta-feira
20h
Ensina-me a Viver
Teatro
PAZ
26
sexta-feira
19h30
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
VILA ATLÂNTICA
26
sexta-feira
19h30
Doido
Teatro
PARELHEIROS
26
sexta-feira
19h30
Óctrombada
Música
SÃO RAFAEL
26
sexta-feira
15h30
Toquinho
Música
PERUS
26
sexta-feira
19h
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
VILA ATLÂNTICA
27
sábado
19h
Doido
Teatro
PARELHEIROS
27
sábado
19h
Ensina-me a Viver
Teatro
PAZ
27
sábado
19h30
Zeca Baleiro
Música
CASA BLANCA
27
sábado
18h
Zeca Baleiro
Música
VILA RUBI
28
domingo
19h
Antonio Nóbrega
Música
LAJEADO
28
domingo
18h
Mallu Magalhães
Música
PARQUE VEREDAS
28
domingo
17h
Ensina-me a Viver
Teatro
PAZ
28
domingo
18h
O Amor e Outros Estranhos Rumores
Teatro
VILA ATLÂNTICA
28
domingo
18h
Doido
Teatro
PARELHEIROS
28
domingo
18h
Curumim
Música
CIDADE DUTRA
30
terça-feira
20h
A Aurora da Minha Vida
Teatro
UIRAPURU
31
quarta-feira
19h30


Endereços:
CEU ÁGUA AZUL
Endereço: Avenida dos Metalúrgicos, 1262 - COHAB Cidade Tiradentes
Fones: (11) 2016-4476 (gestão) / 2285-0335 / 2282-7157
CEU ALTO ALEGRE
Endereço: Rua Bento Guelfi, s/n - Jardim Laranjeira - Iguatemi
Fones: (11) 2075-1010 (gestão) / 1012
CEU ALVARENGA
Endereço: Estrada do Alvarenga, 3752 - Balneário São Francisco - Pedreira
Fones: (11) 5672-2543 (gestão) / 5672-2514 / 5672-2540
CEU ARICANDUVA – Professora Irene Galvão de Souza
Endereço: Rua Olga Fadel Abarca, s/nº - Vila Aricanduva
Fones: (11) 2723-7549 (gestão) / 2723-7557 / 2723-7556
CEU AZUL DA COR DO MAR
Endereço: Rua Ernesto de Souza Cruz, 2171 - Cidade A E Carvalho
Fones: (11) 2042-2843 / 2042-3000
CEU BUTANTÃ - Professora Elizabeth Gaspar Tunala
Endereço: Av. Engenheiro Heitor Antônio Eiras Garcia 1.870 - Jd Esmeralda
Fones: (11) 3732-4549 (gestão) / 3732-4550 / 3732-4551
CEU CAMINHO DO MAR – Profª Dulce Salles Cunha Braga
Endereço: Av. Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 5.241- Jabaquara
Fones: (11) 5624-8739 (gestão)
CEU CAMPO LIMPO
Endereço: Av. Carlos Lacerda, 678 - Pirajussara
Fones: (11) 5843-4801 / 5843-4838 / 5843-4837
Diretoria Regional de Educação - Campo Limpo
CEU CANTOS DO AMANHECER
Endereço: Av. Cantos do Amanhecer, s/nº - Jardim Eledy
Fones: (11) 3397-9720 (gestão) / 9729 / 9732
CEU CAPÃO REDONDO - Prof. Dr. Celso Seixas Ribeiro Bastos
Endereço: Rua Daniel Gran, s/nº - Capão Redondo
Fones: (11) 5873-8067 / 5873-8093 / 5873-8090
CEU CASA BLANCA – Professor Sólon Borges dos Reis
Endereço: Rua João Damaceno, s/nº - Vila das Belezas
Fones: (11) 5519- 5201 (gestão) 5519-5212 / 5519-5206
CEU CIDADE DUTRA - Dr. Adib Salomão
Endereço: Avenida Interlagos, 7.350 - Interlagos
Fones: (11) 5668-1955 / 5668-1954 / 5668-1952
CEU FEITIÇO DA VILA – Deputado Professor José Freitas Nobre
Endereço: Rua Feitiço da Vila, s/nº - Chácara Santa Clara – Capão Redondo
Fones: (11) 3397-6550 (gestão) / 6559
CEU FORMOSA
Endereço: Rua Sargento Claudiner Evaristo Dias, s/n - Vila Formosa
Fones: (11) 2216-4622
CEU GUARAPIRANGA - Florinda Lotaif Schahin
Endereço: Estrada da Baronesa, 1.120 - Jardim Ângela
Fones: (11) 3397-9550 / 3397-9571
CEU INÁCIO MONTEIRO
Endereço: Rua Barão Barroso do Amazonas, s/nº - COHAB Inácio Monteiro
Fones: (11) 2518-9048/ 2518-9043 / 2518-9044
CEU JAÇANÃ
Endereço: Rua Antonio Cezar Neto, 105 - Jardim Guapira
Fones: (11) 3397-3979 (gestão) / 3958 / 3975
CEU JAGUARÉ - Professor Henrique Gamba
Endereço: Avenida Kenkiti Simomoto, 80 - Jaguaré
Fones: (11) 3719- 2250 / 2343
CEU JAMBEIRO
Endereço: Av. Flores do Jambeiro s/nº - Jardim Moreno
Fones: (11) 2960-2055 / 2960-2057 / 2960-2059 (fax)
CEU JARDIM PAULISTANO - Professor Samuel Murgel Branco
Endereço: Rua Aparecida do Taboado, s/nº - Jardim Paulistano - Brasilândia
Fones: (11) 3397-5418 (gestão) / 5421
CEU LAJEADO (inaugurado em 17/05/2008)
Endereço: Rua Manuel da Mota Coutinho, 293 - Lajeado
Fones: (11) 3397-6950 (gestão) / 6948 / 6954
CEU MENINOS - Professor Pr. Artur Alberto de Mota Gonçalves
Endereço: Rua Barbinos, s/nº - São João Clímaco
Fones: (11) 2945-2560 / 2559 / 2558
CEU NAVEGANTES – Professor José Everardo Rodrigues Cosme
Endereço: Rua Maria Moassab Barbour, s/nº - Parque Residencial Cocaia
Fones: (11) 5976-5527 / 5976-5531
CEU PARAISÓPOLIS
Endereço: Rua Doutor José Augusto Souza e Silva, s/nº - Jardim Parque Morumbi
Fones: (11) 3501-5660 / 5666
CEU PARELHEIROS
Endereço: Rua José Pedro de Borba, 20 - Jardim Novo Parelheiros
Fones: (11) 5921-4479
CEU PARQUE ANHANGUERA
Endereço: Pedro José de Lima, s/nº - Jardim Anhanguera
Fones: (11) 3911-5274
CEU PARQUE BRISTOL
Endereço: Rua Professor Arthur Primavesi, s/nº - Parque Bristol
Fones: (11) 2334-1405
CEU PARQUE SÃO CARLOS
Endereço: Rua Clarear, 141 - Jardim São Carlos
Fones: (11) 2045-4250 / 4248
CEU PARQUE VEREDAS - João Antônio da Silva
Endereço: Rua Daniel Muller, 347 - Chácara Dona Olívia
Fones: (11) 2563-6247 / 2563-6248 / 2563-6210 (fax)
CEU PAZ
Endereço: Daniel Cerri, 1549 - Jardim Paraná
Fones: (11) 3986-3404 / 3986-3405 / 3986-3407
CEU PÊRA MARMELO
Endereço: Rua Pêra Marmelo, 226 - Jardim Santa Lucrecia
Fones: (11) 3948-3967 / 3948-3964 / 3948-3956
CEU PERUS
Endereço: Rua Bernardo José de Lorena, s/nº - Vila Malvina
Fones: (11) 3915-8745 / 3915-8752 / 3915-8753
CEU QUINTA DO SOL
Endereço: Avenida Luiz Imparato, 564 - Cangaíba
Fones: (11) 3396-3430 / 3433
CEU ROSA DA CHINA
Endereço: Rua Clara Petrela, s/nº - Jardim São Roberto
Fones: (11) 2701- 2300/ 2357/ 2701-2311
CEU SÃO MATEUS
Endereço: Rua Curumatim, 201 - Parque Boa Esperança
Fone: (11) 2732-8139 / 2732-8158 / 2732-8154
CEU SÃO RAFAEL
Endereço: Rua Cinira Polônio, 100 - Jardim Rio Claro
Fones: (11) 2752-1001 / 2752-1006 / 2752-1064
CEU SAPOPEMBA
Endereço: Rua Manuel Quirino de Mattos, s/nº - Jardim Sapopemba
Fones: (11) 2075-9100 / 9110 / 9111
CEU TIQUATIRA
Endereço: Av. Condessa Elizabeth Robiano com R. Kampala, 270 - Penha
Fones: (11) 2227-0516
CEU TRÊS LAGOS
Endereço: Estrada do Barro Branco, s/nº - Barro Branco
Fones: (11) 5976-5642 / 5976-5643 / 5976-5644
CEU TRÊS PONTES - Profª Nilzete Letícia Bispo dos Santos Lima
Endereço: Rua Capachós, s/nº - Jardim Célia
Fones: (11) 3397-6410 (gestão) / 6420 / 6421
CEU UIRAPURU
Endereço: Rua Nazir Miguel, s/nº - Jardim João XXIII
Fones: (11) 3782-3143
CEU VILA ATLÂNTICA – Professor João Soares Filho
Endereço: Rua Coronel José Venâncio Dias, 840 - Jaraguá
Fones: (11) 3901-8743 / 3901-8744 / 3901-8746
CEU VILA CURUÇÁ - Irene Ramalho
Endereço: Av. Marechal Tito, 3.400 - Jardim Miragaia
Fone: (11) 2563-6146 / 2563-6150 / 2563-6151
CEU VILA DO SOL
Endereço: Avenida dos Funcionários Públicos, 369 - Jardim Angela
Fones: (11) 3397-9800 / 3397-9811 / 3397-9868
CEU VILA RUBI – Jornalista Alexandre Kadunc
Endereço: Rua Domingos Tarroso, 101 - Grajaú
Fones: (11) 5661-6518 / 5662-6512
Centro de Convivência Educativo e Cultural de Heliópolis
Endereço: Estrada das Lágrimas nº 2.285 - São João Clímaco
Fone: 2083-2203

Vida pós moderna!!!!Esse foi meu dia!!!

...acordei...comecei a bater roupas na máquina de lavar...fiz leite para a minha filha que já estava assistindo TV neste meio tempo...vou para o quarto acordar com beijinhos meu filho , que hoje não foi para a escola ,pois eu (sua mãe...kakakaka) fiquei na cama até mais tarde, pois dia de sexta eu entro mais tarde e faço o fechamento da Unidade Escolar onde trabalho...volto para a máquina estendo roupas e coloco mais para bater...faço café...vou tomar banho, toca a campainha ... é Alice que está tocando, vou abrir a porta... volto para dar o dinheiro para meu filho comprar pão, tiro lençóis , roupas dos quartos em meio chamados...mãe me dá pão, mãe eu quero...mãe olha ele, ou olha ela...levo a filha para a escola, ligo para minha irmã, depois para o meu sogro, para a escola que trabalho..., estendo mais roupas, coloco mais na máquina...não tem mais espaço na lavanderia, coloco na bacia para levar pra secar na casa de minha irmã...coloco a carne para cozinhar, o arroz, arrumo a cesta de alimentos no armário...depois corro para deixar meu filho na casa de seu avó paterno, passo na minha irmã e nem desço ... deixo uma bacia de roupas paraestender, pois estou com pressa a caminho da DRE...ali falo com a Nutricionista da minha UE,com a co-Gestora de Merendas, vou para a setor de Benefícios, passo no Expediente e enfim estou a caminho da U.E ... ainda não almocei e já são 14hs...chego na escola nem entro na minha sala e já recebo informações de algumas coisas para resolver,  falta de funcionários, criança passando mal, documentos para entregar, vem uma abençoada com um cafezinho (obrigada Mazé!)...alguns desabafos com a Coordenadora, com os ATEs, vou para a cozinha, alguns acertos pois uma servidora deste setor ontem passou mal e foi colocado um marcapasso..., volto para a minha sala, organização de alguns documentos, Outlook, telefonemas...verificações de reformas...alguns "ois" para quem encontro nos corredores...passo por uma criança que outrora foi alvo de maior atenção e pergunto a professora como ela se encontra...na minha sala ligo para a funcionária que se encontra internada...depois duas tentativas de contato com uma família que está com dificuldades...enquanto isso ...entra uma mãe na escola que percebo estar passando mal...chamo a auxiliar de enfermagem, ela pede para eu levar a mãe no AMA, porém no caminho ela pede para eu deixá-la em casa, para que pegue documentos e deixe as três crianças lá...volto para escola e quando entro para dar prosseguimento a documentação lembro da Alice...preciso pagar seu dia de trabalho e pegar a chave de minha casa, acabo deixando a chave para pegar na segunda, pois tenho que fazer o fechamento da escola...uma pausa para respirar e ligar para o esposo pegar a filha na escola ... pensamentos vem a mente, preocupação com familiares...volto para o computador...não consigo acessar o e-mail da escola...desisto e desligo tudo...enfim são 17:55hs...fecho a escola, vou encontrar com o marido e filhos , na esperança de chegar em casa e descansar...mas quando chego a casa de meu sogro ele está com o olho vermelho e inchado, volto para casa com meus filhos e sobrinho...só que estou sem a chave de casa, tinha ficado com Alice...ligo para meu marido ... enquanto ele vem ligo para meu pai , minha irmã e a outra irmã em Curitiba...enquanto isso os meninos estão jogando bola em frente do apartamento com amigos de meu filho e minha filha curtindo falar com o pessoal por telefone...meu marido volta para abrir o apartamento... depois vai para o pronto socorro levar seu pai...telefono para cunhado só dá caixa postal, enquanto isso meu sogro telefona para a minha sogra ...não consegue, chama e ninguém atende...em casa dou janta para as três crianças, dois vão jogar video game , e eu vou jantar enquanto minha filha tira um cochilo no sofá...minha sogra liga pois vê que tentamos ligar para ela, minha irmã liga para saber se tenho notícias de meu sogro...neste meio tempo meu esposo por tel fala que está retornando sem exito , pois nos hospitais públicos não tem oftalmologistas, só clinico...amanhã teremos que procurar um particular...agora estou eu aqui relatando o meu dia...são 22:32hs , estou cansada, com uma relação de coisas que não fiz neste dia e que deveria ter feito...mas assim é o dia pós moderno...motorista, mãe, diretora, assistente social, ambulância particular, filha, amiga, irmã, tia, e esposa...e eu ... só sei que nada sei...boa noite  e até!

domingo, 14 de agosto de 2011

Esperança que não se limita a esta vida!

...estou em casa.. passei o dia aqui...almoço com meu Pai,minha irmã,meu cunhado e sobrinhos...coisa gostosa de fazer!
Depois meu esposo foi levar meus filhos na casados outros avós...e eu estou assistindo TV ... passo canal a canal e me pego com a história de Seu Eugênio da escolinha do Gugu ... mais uma vez percebo que a vida é um sopro e que a aparecia não é nada perto da realidade da vida!
Na TV um ícone ,na vida real, mais um sofredor, com dificuldades como todos nós mortais...lágrimas caem dos meus olhos vendo a alegria dele em rever pessoas , lugares, que fizeram parte de seu passado ... um misto de lágrimas, sorrisos, esperança...bom seria se todos pudéssemos passar por momentos de surpresas, superações e novas perspectivas aqui nesta terra, infelizmente muitos não atingiram esse alvo!
O rosto deles está mudando com o passar da programação, roupas, cabelos mudam, sorrisos aparecem ... homenagens...
O que me consola é que a minha esperança não se limita a esta vida ... sei que um dia todo aquele que creu e que confessou a Jesus como Senhor e Salvador estará num lugar que como está escrito em Apocalipse , sem dor , sem morte!!!!!!
O final , a tão esperada entrega da casa para a família do Seu Eugênio será somente domingo que vem...a entrada celestial somente depois do novo nascimento em Cristo e finda estava vida...neste meio tempo...leia na íntegra apocalipse 21 ... Deus te abençoe!Uma linda semana!!!!!!


Apocalipse 21

E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.
E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido.
E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.
E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.
E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.
E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida.
Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.
Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.
E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro.
E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu.
E tinha a glória de Deus; e a sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como o cristal resplandecente.
E tinha um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.
Do lado do levante tinha três portas, do lado do norte, três portas, do lado do sul, três portas, do lado do poente, três portas.
E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.
E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro, para medir a cidade, e as suas portas, e o seu muro.
E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais.
E mediu o seu muro, de cento e quarenta e quatro côvados, conforme a medida de homem, que é a de um anjo.
E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro.
E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda;
O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista.
E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente.
E nela não vi templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro.
E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada.
E as nações dos salvos andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra.
E as suas portas não se fecharão de dia, porque ali não haverá noite.
E a ela trarão a glória e honra das nações.
E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.

domingo, 7 de agosto de 2011


Meu filho, você não merece nada

A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada
ELIANE BRUM
   Divulgação
ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de 
Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
E-mail: elianebrum@uol.com.br Twitter: @brumelianebrum
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”. 

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

Novo formato do site da Nova escola!!!!!!!

Muito interessante...vai demorar um tempinho para analisar , ler , mas vale a pena!!!!!!!!!!!!Esse link é da parte de educação infantil relacionado ao trabalho com crinaças de 0 a 3 anos!!!



1 O que é identidade e autonomia?

O bebê se percebe como ser único quando reconhece os próprios limites (e os dos outros)
Criança reconhece a própria imagem em um mural de fotos. Foto: Marcos Rosa
Reconhecer a própria imagem é um dos passos para a construção da identidade

Identidade
De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, identidade remete à ideia de distinção. Diz o documento: "é uma marca de diferença entre as pessoas, a começar pelo nome, seguido de todas as características físicas, de modos de agir, de pensar e da história pessoal".

Construir a identidade implica conhecer os próprios gostos e preferências e dominar habilidades e limites, sempre levando em conta a cultura, a sociedade, o ambiente e as pessoas com quem se convive. Esse autoconhecimento começa no início da vida e segue até o seu fim, mas é fundamental que alguns conhecimentos sejam adquiridos ainda na creche.
Assim que nasce, o bebê permanece um bom tempo em fusão com a mãe. Isso significa que ele ainda não é capaz de reconhecer os próprios limites e os limites do outro. Por isso, o desenvolvimento da criança nos primeiros anos de vida está intimamente ligado a experiências de frustração - no jargão freudiano (leia mais sobre Sigmund Freud) - pelas quais terá de passar para compreender-se como um ser único em meio a outros seres igualmente singulares, ou seja, um ser com identidade própria.
O cerne da construção da identidade está nas pessoas com as quais a criança estabelece vínculos. A família é o primeiro canal de socialização. Em seguida, e tão importante quanto, está a escola.

Autonomia
A autonomia, segundo o mesmo referencial curricular é "a capacidade de se conduzir e de tomar decisões por si próprio, levando em conta regras, valores, a perspectiva pessoal, bem como a perspectiva do outro". Mais do que autocuidado - saber vestir-se, alimentar-se, escovar os dentes ou calçar os sapatos -, ter autonomia significa ter vontade própria e ser competente para atuar no mundo em que vive. É na creche que a criança conquista suas primeiras aprendizagens - adquire a linguagem, aprende a andar, forma o pensamento simbólico e se torna um ser sociável.


A especificidade do trabalho na creche
Na faixa de 0 a 3 anos, explorar o eixo identidade e autonomia envolve ajudar os pequenos a desenvolver o reconhecimento da própria imagem. O objetivo é que eles se identifiquem como seres únicos, com corpo, hábitos e preferências próprias. Ao mesmo tempo, é desejável que os bebês ganhem independência progressiva para tanto para realizar ações cotidianas, como brincar e se expressar por meio da linguagem, quanto para o cuidado com a higiene e a alimentação. O caminho privilegiado para conseguir esse desenvolvimento são as atividades de interação, que possibilitam a criação de vínculos afetivos e o aprendizado das regras para a vida em sociedade.

O item 3 - O que trabalhar traz a descrição pormenorizada das ações mais indicadas para explorar identidade e autonomia com os bebês.